Georgina Rodríguez: "Aproxima-se muita gente de mim por interesse"

Georgina Rodríguez: "Aproxima-se muita gente de mim por interesse"
Redação

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A modelo Georgina Rodríguez, cara-metade de CR7, concedeu uma entrevista intima a uma revista espanhola

Georgina Rodríguez, namorada de Cristiano Ronaldo, concedeu recentemente uma entrevista à revista "Mujer Hoy" na qual abordou as implicações da relação conjugal com o futebolista português na sua vida pessoal.

A modelo espanhola relevou que, desde que assumiu a ligação amorosa com o craque da Juventus e se tornou figura pública à escala mundial, verificou a aproximação de várias pessoas dado o estrelato de que goza.

"Aproxima-se muita gente de mim por interesse. Por exemplo, pessoas com quem tive contacto uma vez na vida e nunca mais as vida, até que... bum! Somos conhecidos e elas reaparecem como se fossem amigos íntimos", contou à publicação espanhola.

Em sentido contrário, Georgina Rodríguez expressou que o nível de vida desfrutado com Cristiano Ronaldo despoleta sentimentos "que apodrecem o ser humano" e apontou qual o lema de vida adotado.

""Faças o que fizeres, serás criticado". Infelizmente, há muita inveja do Cristiano e de mim mesma. A inveja é um sentimento que apodrece o ser humano, não o faz evoluir e enche-o de ódio e de ressentimento", afirmou a modelo espanhola.

"Parece que é melhor ser rico desde o berço, que os outros não têm escolha a não ser aceitar as diferenças de classe. Parece que não há o direito de melhorar e de prosperar", acrescentou.

Durante a entrevista à revista "Mujer Hoy", Georgina Rodríguez assumiu que o mais importante para si é "família, saúde, amor e felicidade" e evidenciou ainda traços de humildade.

"O dinheiro compra coisas materiais que não vamos levar para o túmulo. Temos que estar felizes com o básico: gratidão pela saúde e pelo amor pelos nossos. Gosto de uns sapatos maravilhosos, mas me trazem felicidade, nem são essenciais na minha vida. Essencial é a saúde", vincou.

A concluir, a namorada de Cristiano Ronaldo confessou que, na fase de adolescência, recebeu comentários depreciativos em relação à sua beleza, algo que sempre relativizou.

«Quando era criança, era uma patinha feia, entretanto transformei-me num cisne. Quando nasci, ninguém diria que ia ficaria bonita mais tarde. Sempre me disseram isso [risos]. Os complexos são inúteis. Amo-me como sou, com todas as imperfeições. Nada é perfeito.»