Premium Uma derrota que dói... uma reação que se impõe

Uma derrota que dói... uma reação que se impõe
Samuel Almeida

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RUGIDOS DO LEÃO - Depois de uma das maiores derrotas da história do clube espera-se do presidente serenidade, sangue frio, mas não despreocupação.

Há derrotas que doem, há humilhações que custam a digerir. Passada a ressaca, impõe-se uma reação firme e convicta da equipa na estreia no campeonato. A Supertaça já lá vai e a equipa tem de dar uma resposta inequívoca, com garra, ambição e inequívoca vontade de ganhar. É isto que se espera de quem representa o Sporting Clube de Portugal. Não há tempo, nem margem para depressões numa época que agora se inicia e onde se exige uma prestação condigna da equipa leonina. É crucial, aliás, que a equipa alcance um dos lugares de acesso à Liga dos Campeões, esse tem de ser o foco e o compromisso da equipa. Caberá aos adeptos levar a equipa ao colo e criar a onda verde por este país.

Frederico Varandas afirmou no final do jogo que não estava preocupado. Fez mal. Depois de uma das maiores derrotas da história centenária do clube leonino espera-se do presidente serenidade, sangue frio, mas não despreocupação. E houve motivos, para além do resultado em si mesmo - e que não reflete aliás a história integral da partida (quem sonharia ao intervalo com um tal desfecho) -, para alguma preocupação e reflexão interna. É isso que se exige num clube com esta dimensão.