Beijos no relvado, punhos cerrados e Pizzi no ar: festa do Benfica com sabor a título

Beijos no relvado, punhos cerrados e Pizzi no ar: festa do Benfica com sabor a título
Frederico Bártolo

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Benfica venceu por 2-0 em casa do Sporting e aumentou para sete os pontos de vantagem em relação ao FC Porto.

O Benfica festejou em Alvalade o avanço de sete pontos para o FC Porto e a euforia foi evidente no final do jogo. Se Bruno Lage e os responsáveis encarnados pediram contenção após o 1-0, ao segundo golo treinadores e jogadores festejaram efusivamente.

Carlos Vinícius, já no banco, lançou-se para o relvado, à medida que Cervi, de punho cerrado, festejou com os adeptos, esses também loucos na caixa de segurança de Alvalade. Tiago Pinto, homem forte do futebol encarnado, ergueu Pizzi no ar e quem estava no banco acorreu para celebrar com os colegas. Ferro e Rúben Dias abraçaram-se e vociferaram para os céus, enquanto Vlachodimos se deitou no relvado, beijando-o, agradecendo a inviolabilidade da baliza.

A euforia foi, naturalmente, maior com o apito final de Hugo Miguel, com os encarnados a celebrarem efusivamente de novo - Rui Costa cumprimentou todos os jogadores e deu um abraço especial, e a quatro, a Pizzi, André Almeida e Rúben Dias. Mas a alegria começou quando Paulinho fez o segundo golo do Braga. Os encarnados cantaram por cima do sistema sonoro leonino e mais festejaram quando ficou confirmada a derrota dos dragões ante os minhotos. Logo aí se ouviu os primeiros "Rumo ao 38", mas gritos de "campeões, campeões" prosseguiram em tom firme, enquanto os adeptos leoninos se despediam das bancadas sem motivos para celebrar.