Chaves-Boavista, o jogo que deixa marcas a Perdigão

Chaves-Boavista, o jogo que deixa marcas a Perdigão
Manuel Casaca

Tópicos

O avançado tem contrato com o Boavista, mas não entra nas contas de Lito Vidigal. As inúmeras contratações para o ataque retiraram-lhe espaço no plantel e está a treinar à parte

O jogo de domingo entre o Chaves e o Boavista diz muito a Perdigão por se tratarem dos dois últimos clubes que o extremo representou, mas ao mesmo tempo será sempre visto pelo brasileiro como uma partida nostálgica por não poder pisar um relvado que tão bem conhece. E isto porque o avançado contratado aos flavienses no último mercado de inverno não entra nas contas de Lito Vidigal e está a trabalhar à margem do plantel boavisteiro. Oficialmente, está a treinar às ordens da equipa técnica profissional.

Contratado em janeiro deste ano, depois de ter iniciado a época de 2018/19 no Chaves, tendo marcado dois golos em 18 jogos, Perdigão só fez 12 jogos pelos axadrezados e marcou um golo na vitória (3-0) em Setúbal. As inúmeras contratações para o sector atacante, nomeadamente para as alas, deixaram o brasileiro com pouco espaço na equipa e também no plantel. Com o fecho do mercado e sem colocação, o extremo continua a treinar no Bessa, porque tem contrato com o Boavista, mas está afastado da competição.

Perdigão não entra nas contas de Lito Vidigal, ao contrário de Rafael Costa, Gustavo Sauer e Yusupha. Os dois primeiros estão recuperados e treinaram ontem, enquanto o gambiano regressou da seleção que garantiu o acesso à fase de grupos de qualificação para a Taça de África das Nações.

Entretanto, para o jogo de domingo, a SAD boavisteira está a organizar uma viagem a Chaves. Os sócios do Boavista que estejam interessados em viajar de autocarro pagam oito euros. Se comprarem o bilhete no Bessa, desembolsam mais cinco euros ou dez do que se for adquirido no Estádio Municipal de Chaves.