Exclusivo António Salvador: "Seria cobardia ir embora e por isso vou ser candidato"

António Salvador: "Seria cobardia ir embora e por isso vou ser candidato"
Jorge Maia e Tomaz Andrade (textos)/João Vieira (edição de vídeo)

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Salvador entrou para a presidência do Braga com 32 anos, nunca pensou que fosse ficar 18 anos, mas também acha que esta não é a altura para se ir embora, pelos desafios que estão à porta. Vai a votos em maio.

Acreditava se lhe dissessem em fevereiro de 2003, quando entrou para a presidência do Braga, que iria ser o presidente do clube no ano do centenário?
-Nunca me passou pela cabeça estar estes anos todos à frente do clube. Quando cheguei, em 2003, não foi por ser eleito, mas sim por ter sido convidado para uma missão de salvar o clube, que vivia momentos muito difíceis em termos desportivos e financeiros. Há muitos jovens que são bracarenses e que nem se lembram disso. O meu objetivo era estabilizar o clube, financeira e desportivamente, e depois ir à minha vida. Nunca imaginei ser presidente do clube; gostava de futebol e de desporto, mas nunca me passou pela cabeça ser presidente do clube. O tempo e a forma apaixonada e intensa como vivi o dia a dia do clube levou a que me dedicasse de corpo e alma ao Braga.