Mesa da AG do Santa Clara afirma que "todo o processo eleitoral foi transparente"

Mesa da AG do Santa Clara afirma que "todo o processo eleitoral foi transparente"
Redação com Lusa

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No esclarecimento, os membros da mesa da Assembleia Geral do Santa Clara, presidida por Ricardo Viveiros Cabral, dizem reagir a "notícias na RTP/Açores e nas redes sociais" sobre a "suspeição de fraude nas eleições para os órgãos sociais" do Santa Clara, que decorreram a 18 de maio.

A Mesa da Assembleia Geral (AG) do Santa Clara realçou, esta terça-feira, que "todo o processo eleitoral" para a presidência do clube foi "transparente", em reação a suspeitas de fraude no ato eleitoral de maio.

"Os membros da Mesa da AG do CDSC [Clube Desportivo Santa Clara] informam que todo o processo eleitoral foi transparente e não têm conhecimento de qualquer pedido de informação e esclarecimento, de nenhuma instituição, do recente ato eleitoral para os órgãos sociais do CDSC", lê-se em nota de imprensa.

No esclarecimento, os membros da mesa da Assembleia Geral do Santa Clara, presidida por Ricardo Viveiros Cabral, dizem reagir a "notícias na RTP/Açores e nas redes sociais" sobre a "suspeição de fraude nas eleições para os órgãos sociais" do Santa Clara, que decorreram a 18 de maio.

Uma notícia de 2 de julho da RTP/Açores avançou que as eleições no Santa Clara estão a ser investigadas pela Polícia Judiciária, por alegada fraude nos cadernos eleitorais

Segundo a notícia, a investigação, que está em fase de inquérito, debruça-se sobre as votações de sócios com menos de seis meses de filiação ininterrupta e com a candidatura de sócios com menos de um ano de filiação ininterrupta, cenários proibidos pelos estatutos do clube.

A AG do Santa Clara afirma que todo o processo está "conservado, arquivado e passível de investigação" por parte das autoridades competentes.

"Todos os documentos, referentes ao ato eleitoral do órgão sociais do CSC, de 18 de maio de 2021, os processos de candidatura, as atas, as listagens de sócios, as credencias dos sócios e os boletins de voto, estão guardados para sustentar a prova da normalidade do ato eleitoral", afirma em comunicado.

No comunicado, a AG dos açorianos refere que os membros do órgão "validaram todos os candidatos" e que durante o ato eleitoral "cada sócio foi credenciado pelos funcionários do clube" e "supervisionado pelos dois representantes das duas listas candidatas".

A 18 de maio, Rui Cordeiro, foi reeleito para um terceiro mandato à frente do clube açoriano com 69,17% dos votos, batendo a lista liderada por Miguel Simas, que obteve 30,43% no ato eleitoral.