Rogério Alves: "Agora, sempre que há uma AG aparecem as acusações de ilegalidades"

Rogério Alves: "Agora, sempre que há uma AG aparecem as acusações de ilegalidades"

Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sporting abordou a reunião magna marcada para sábado

O presidente na Mesa da Assembleia Geral do Sporting (MAG), Rogério Alves, explicou esta quinta-feira o motivo da AG ter sido marcada para sábado, dia do jogo da equipa principal com o Moreirense. "No passado dia 30 de setembro votaram menos de um por cento dos sócios. Nós queríamos essa AG se realizasse no passado dia 26, antes das eleições autárquicas, mas não foi possível. Agora pode vir muita gente e esta a votação será mais robusta. A maioria dos sócios não podem estar presentes nestas assembleias, e temos de viabilizar que mais gente venha votar. É muito importante que as contas sejam aprovadas, para o clube. O clube, até para credibilidade externa, deve mostrar as contas aprovadas", disse na Sporting TV.

"Desminto a informação que Assembleia Geral só permite a votação a 2 000 mil pessoas. É falso. Os constrangimentos da covid-19 levam a uma lotação de 2000 pessoas no Pavilhão João Rocha. As pessoas não poderão permanecer no recinto, mas poderão votar e sair através de um circuito alternativo", acrescentou.

Rogério Alves negou ainda o cenário de ilegalidade. "Concluímos que houve fundo jurídico para repetir a AG apesar da lei não ser clara, mas a nossa decisão foi revista pelo Conselho Fiscal e Disciplinar, que não fez qualquer reparo. Isto é legal apesar de haver pessoas que achem que não. O Conselho Diretivo pode pedir uma AG, não há nada contra nos estatutos. Agora sempre que há uma AG aparecem sempre as acusações de ilegalidades e de violação dos estatutos. Eu respeito a opinião das pessoas que pensam de maneira diferente, mas isso não faz com que essas opiniões sejam aceites como verdades nos tribunais."

"Teremos, em breve, uma AG relativamente aos estatutos, para sufragar uma eventual segunda volta que até se poderá aplicar nas próximas eleições. Iremos fazer tudo dentro da legalidade para conduzir as Assembleias-gerais de forma a que as pessoas nos transmitam a opinião delas e que votem naquilo a que são chamadas a votar. É isso que deve ser a democracia num Estado de direito", disse ainda o presidente na Mesa da Assembleia Geral do Sporting.