Bruno Wilson feliz com a escolha: "Senti logo que aqui existia uma família"

Bruno Wilson feliz com a escolha: "Senti logo que aqui existia uma família"
Lino Devesas

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O jogador de 24 anos sentiu que estava na hora de dar um novo rumo à carreira, depois da primeira experiência no estrangeiro, por empréstimo do Braga. Primeiras lições do técnico estão captadas.

Bruno Wilson, defesa-central que recentemente colocou um ponto final na sua ligação ao Braga e assinou por três anos com o Vizela, não poderia estar mais satisfeito com a opção que tomou.

"Decidi seguir outro caminho porque senti que, nesta altura, era o melhor para mim e não me arrependo da decisão", afirmou o jogador de 24 anos, no regresso à I Liga, após uma experiência no Tenerife. No clube da segunda divisão espanhola, que representou por empréstimo dos arsenalistas, Wilson disputou 21 encontros e apontou um golo.

Os motivos para que este novo passo tenha sido em direção a Vizela foram simples de explicar. "Este é um projeto que nos dá todas as condições para fazer uma boa época e evoluir, não só como atletas, mas também como seres humanos", reforçou, convicto de que "o campeonato português mais competitivo e com as equipas a jogar cada vez mais de igual para igual".

O central já conversou com o técnico Álvaro Pacheco e ficou entusiasmado. "É uma pessoa fantástica, um treinador com a sua identidade, que gosta de deixar claro o que temos de fazer dentro e fora do campo, que nos faz crescer em várias vertentes", frisou Bruno Wilson que, no que diz respeito a objetivos, optou por não traçar metas, nem mesmo a da permanência.

"A ideia do grupo, e que o mister tenta transmitir, é a de pensarmos jogo a jogo e trabalharmos todos os dias para sermos cada vez melhores. E há gente nova que tem de começar a assimilar o melhor e o mais rápido possível as ideias do treinador", acrescentou.

Em Vizela, Bruno Wilson diz que encontrou "um grupo muito bom", que rapidamente o fez perceber que a aptação ao novo clube ia ser simples. "Receberam-me muitíssimo bem e sinto-me em casa. Quando falaram comigo, senti logo que aqui existia uma família, uma união que se vê em poucos grupos e isso é uma vantagem", sublinhou.