Clubes da Taça da Liga pouco esperançados em ter público, a exemplo da Supertaça

Clubes da Taça da Liga pouco esperançados em ter público, a exemplo da Supertaça
António Barroso

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Há quatro jogos da segunda fase da prova que se jogam entre sexta-feira e sábado. Primeira fase do desconfinamento arranca no domingo.

Os clubes envolvidos nas partidas de sexta-feira e sábado da segunda eliminatória da Taça da Liga não estão satisfeitos com a provável impossibilidade de terem público nos estádios, ao contrário das partidas que se disputam no domingo, dia 1 de agosto, início da primeira fase do desconfinamento.

Cerca de duas horas após o anúncio do primeiro-ministro António Costa de que o alívio das medidas relacionadas com a pandemia da covid-19 teria efeitos a partir do dia 1, parte dos emblemas admitiu a O JOGO não estarem a contar poder vender bilhetes para as partidas de sexta e de sábado (dias 30 e 31 de julho).

O JOGO tentou saber, junto da Liga Portugal, qual o ponto da situação, mas não obteve ainda resposta. Porém, como é hábito, o organismo deverá posicionar-se ainda esta quinta-feira sobre esta matéria.

Ao contrário da Supertaça, a disputar sábado (dia 31) entre o Sporting e o Braga, partida com um caráter excecional nesse contexto, garantido em negociações entre o Governo, a Federação Portuguesa de Futebol e a Direção-Geral de Saúde (DGS), há quatro encontros da Taça da Liga que serão jogados ainda sem adeptos: Paços de Ferreira - Gil Vicente (sexta), Estrela da Amadora - Penafiel, Covilhã - Mafra e Famalicão - Estoril (sábado).

Recorde-se que esta quinta-feira, ao início da tarde, o presidente do Paços de Ferreira, Paulo Meneses, pediu "bom senso" às autoridades, considerando "uma vergonha autêntica" proibir adeptos no jogo com o Gil Vicente.